Gianni Infantino confirmou que disputará a reeleição para a presidência da Fifa em março de 2027, apesar da crescente oposição de diversas federações e confederações do futebol mundial.
Os críticos acusam Infantino de falta de transparência, especialmente após sua tentativa de administrar as receitas da Copa do Mundo por meio de uma empresa aberta a investidores privados sem consultar os membros da Fifa. Embora a proposta tenha sido abandonada, a insatisfação continuou.
Entre os opositores estão federações como Itália, Suécia, Escócia e Nova Zelândia, além de grupos de torcedores, ex-jogadores e dirigentes. UEFA, Concacaf e AFC também manifestaram posição contrária em uma carta conjunta divulgada em agosto.
Por outro lado, Infantino mantém forte apoio da Confederação Africana de Futebol (CAF), de parte da Conmebol e de diversas personalidades, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Até o momento, Infantino é o único candidato declarado para a eleição. Para continuar no cargo, que ocupa desde 2016, precisará obter maioria simples dos votos das 211 associações filiadas à Fifa. O prazo para registro de novas candidaturas termina em 18 de novembro.
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