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Um estudo liderado pela Escola de Medicina de Harvard estima que pelo menos 24,5% dos ex-jogadores da NFL podem ter desenvolvido encefalopatia traumática crônica (ETC), uma doença cerebral degenerativa associada a impactos repetidos na cabeça. A taxa real pode ser maior, já que apenas parte dos cérebros dos atletas falecidos foi analisada.
Os pesquisadores examinaram cérebros de ex-jogadores da NFL que morreram entre 2016 e 2021. Entre os 235 que doaram seus cérebros para pesquisa, 215 tiveram diagnóstico confirmado de ETC.
O estudo também encontrou uma forte relação entre casos mais graves da doença e a ocorrência de demência. Os sintomas da ETC incluem problemas cognitivos, dificuldades motoras, instabilidade emocional e pensamentos suicidas.
Apesar dos resultados, os autores ressaltam limitações do estudo, como o fato de nem todos os ex-jogadores falecidos terem sido incluídos na análise. Ainda assim, especialistas consideram a pesquisa uma das estimativas mais importantes já feitas sobre a prevalência da doença entre atletas da NFL.
Os pesquisadores defendem que as evidências sobre os riscos da ETC sejam comunicadas de forma contínua a jogadores do passado, do presente e do futuro.
O post Pelo menos um quarto dos jogadores da NFL pode desenvolver doença cerebral, aponta estudo apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.

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